Religioso, poeta, orador, mestre em artes, cônego de Sá do Rio de Janeiro, onde foi também escrivão da câmera eclesiástica (1740), participou do ato acadêmico realizado em Mariana, MG, 10 de dezembro de 1748, como parte das solenidades com que foi celebrada a criação do bispado daquela cidade. Innocencio o chama de Manoel do Pinho Cândido.
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